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Brasil-França: como as moedas sociais podem aproximar dois modelos diferentes de economia solidária
- Autor: Vários
- Narrador: Vários
- Editor: Podcast
- Duración: 0:06:16
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Sinopsis
Professor convidado na França e atualmente vinculado ao Centro de Pesquisa em Gestão da Universidade de Poitiers, o administrador Jeová Torres Silva Junior, da Universidade do Cariri, no Ceará, tem acompanhado há vários anos o debate sobre economia solidária nos dois países. Enquanto no Brasil – seu principal campo de estudo –, os bancos comunitários e as moedas sociais se multiplicam de norte a sul, com resultados visíveis em comunidades carentes, na França as moedas locais ainda carregam, em certas regiões, um componente identitário. Essa realidade, porém, começa a mudar com o empobrecimento crescente de bairros periféricos franceses, que poderiam, na avaliação do pesquisador, encontrar no modelo brasileiro caminhos para melhorar a qualidade de vida de seus habitantes. Na definição de Torres Silva Jr., a moeda social é um circulante complementar à moeda nacional, criada para reter e ampliar a circulação da riqueza dentro de um território. Ele observa que muitos bairros e municípios não são “pobres” em senti